sexta-feira, 3 de abril de 2015

Fico pensando em Maria, mãe de Jesus...

Hoje, sexta feira santa... Relembramos o sofrimento de Jesus sua morte na cruz. Fico pensando em Maria, mãe de Jesus... A morte da minha anjinha me provocou uma crise de fé profunda. Primeiro, me senti anestesiada, não podia acreditar naquilo, parecia um pesadelo sem fim, como enlouquecida pensava que a Letícia iria voltar... Depois, veio a grande sensação de perda, sem volta. E a pergunta que não calava: Por que Deus permitiu isso? Por que me tirou o dom mais precioso? Por que comigo? Por que com ela?  Briguei com Deus... Toda minha longa vida de cristã, com muitas certezas, parecia ter se dissolvido rapidamente, para mim Deus não era mais um Deus bom... Então, minha tia me pediu para rezar a ave Maria na rádio, então fui à procura de textos sobre Maria e a cada texto me provoca uma luta entre minha dor e a dor que Maria, a mãe de Jesus sentiu e uma aproximação. Penso se ela também não fez as mesmas perguntas que eu, porque Ela foi escolhida por Deus para ter Jesus e Ele o deixa morrer daquela forma... Imagino as suas dores na hora da cruz. Observando todo o sofrimento do seu filho único e não podendo fazer nada, como eu naquela UTI. E penso que Maria como eu também perdeu o seu filho amado, e também deve ter quase perdido a esperança de viver. Ela me entende. Maria, não cedeu diante da dor e do sofrimento. Enfrentou-os com a cabeça erguida...
As coisas ainda não estão resolvidas, mas estou aos poucos fazendo as pazes com Deus.


quinta-feira, 2 de abril de 2015

Eu acredito!

A perda de um ente querido nunca é fácil de ser aceita tranquilamente, principalmente quando se trata de um filho(...)

Entretanto é necessário compreender que Deus nada faz sem um sentido; e por este entendimento que tudo que ocorreu é por necessidade do desencarnante e dos pais que permanecem em este mundo.


Busque observar os fatos por outro ângulo; o de que você e seu esposo participaram do processo de libertação de um irmão em evolução e que, a partir de agora, com sua ajuda, ele poderá seguir adiante sem os impecilhos ou compromissos que tenha largado na carne, compreende? 



Quem sabe, em um futuro, o mesmo irmão poderá voltar a tua família como um novo bebê? Por isto, minha irmã, devemos buscar resignação e compreensão para os designios divinos e esperança para a nossa vida futura, que pode nos trazer mais imensas alegrias e consolações.

(...)

"os bebês quando morrem continuam crescendo e se transformam em crianças e depois em adultos como aqui na terra? "
A espiritualidade orienta que quando o processo de gestação é interrompido por algum motivo ou existe o desencarne da criança em pouca idade, o espírito é recolhido a "creches" ou hospitais que darão início ao processo de regresso do espírito ao estado anterior ao do reencarne - ao tamanho e personalidade que tinha antes de iniciar o processo de reencarne.

Este processo de retorno pode ser mais ou menos demorado a depender do estado consciencial e de evangelização de cada espírito, havendo ainda os que não necessitam deste tipo de auxílio pois podem, devido a sua grande evangelização, retornar ao estado anterior por eles mesmos (mas são raros em nosso orbe).

"Quem cuida deles?"
Durante todo o processo eles são constantemente acompanhados por técnicos espirituais e responsáveis, bem como por amigos e parentes que estejam no mundo espiritual, para que tudo corra bem e que eles possam retornar ao convívio dos seus o quanto antes.

Quando ocorre um abortamento natural o processo já indica que está em acontecimento, pois raros são os casos em que o abortamento natural ocorre que não tenha sido planejado e não esteja sendo acompanhado diretamente pela espiritualidade maior.

"Eles tem uma mãe?"
Eles certamente estão cercados por parentes próximos - desta ou de outra encarnação - que estejam no mundo espiritual; então podemos afirmar que é possível que uma de suas mães anteriores acompanhe o processo e cuide do espírito durante alguma parte do mesmo - com o mesmo amor que sentia por ele quando encarnados.

Embora não possamos afirmar que esta "mãe" seja o tipo adotivo ou mãe de carne como temos aqui na terra, é certo que, ao terminar o processo de readaptação, o espírito será recolhido a algum lar espiritual onde encontrará muitos de seus familiares desencarnados e será tratado como um membro daquela família.

Vale a pena lembrar que os espíritos normalmente tendem a reencarnar em um grupo familiar mais próximo, gerando muitos vínculos entre os espíritos deste grupo, muitos retornando diversas vezes como pai, mãe, filho, irmão, tio, primo, etc... E que, na grande maioria dos casos, os espíritos estarão com a apresentação perispiritual de sua última encarnação, de modo a facilitar o reconhecimento por parte dos que estão chegando.

Leia Mais em: http://www.bomespirito.com/2012/07/perda-de-bebe-e-bebes-no-mundo.html#ixzz2xgegnHid

Te amo minha bebezinha!

quarta-feira, 1 de abril de 2015

Uma mentirinha básica pelo dia!

Letícia
Não tenho mais saudades de você!!!

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 1º de abril!
Te amo sempre!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 31 de março de 2015

Recado para o Céu

Papai do céu, obrigada pelo tempo que passei com minha anjinha. Cuida dela, tá? Não esqueça de lembrá-la todos os dias que a amo mais do que tudo. Ah… Não esquece de fazê-la feliz todos os dias!!!

segunda-feira, 30 de março de 2015

Saudade

Letícia

Quando a saudade chega o pensamento vai pra longe... As pessoas falam e eu não escuto, estou em outra sintonia e meu coração vai de encontro ao seu minha anjinha.Te amo!

domingo, 29 de março de 2015

A vida não tem graça vou sofrendo aos poucos

Letícia

"Mais uma noite,Mais um dia longe de você 
Mais um minuto, 
Um segundo querendo te ver
Mas sinto que é ilusão
Mais uma lua nasce e trás com ela solidão
Um turbilhão de sentimentos no meu coração
Me fazem enlouquecer 
Sem você comigo vivo no sufoco,
A vida não tem graça vou sofrendo aos poucos
Seria meio que impossível tentar te esquecer
Porque eu te amo tanto,
Você não pode imaginar o quanto,

Eu faria qualquer coisa nesse mundo só pra ter você
Que te fizesse entender

Que eu te amo tanto,
Você não pode imaginar o quanto,
Que a minha vida faz sentido com você comigo(...)"
Lucas e Matheus Sufoco

sábado, 28 de março de 2015

Aceitar um adeus definitivo é uma luta.

É triste dizer adeus, mas às vezes é necessário. Não podemos prender a nós definitivamente as pessoas que amamos para suprir nossa necessidade de afeto. O amor que ama, aprende a libertar. Procuramos ganhar tempo para tudo na vida. Mas a vida, quando chega no próprio limite, despede-se e é esse último adeus que é difícil de compreender e, mais ainda, aceitar. Possuímos um conceito errado do amor. Amar seria, no seu total significado, colocar a felicidade do outro acima de tudo, mas na realidade é a nossa felicidade que levamos em consideração. Queremos os que amamos perto de nós porque isso nos completa, nos deixa bem e seguros. E aceitar que nos deixem é a mais difícil de todas as coisas. Não dizemos sempre que queremos partir antes de todos os que amamos? Isso é para evitar nosso próprio sofrimento, nossa própria desolação. É o amor na sua forma egoísta. Aceitar um adeus definitivo é uma luta. Se as perdas acontecem cedo demais ou de forma inesperada, o sentimento de desamparo é muito maior e a dor mais prolongada. É o incompreensível casando-se com o inaceitável e o tudo rasgando a alma. Essas dores poderão se acalmar, mas nunca se apagarão. Mas quando a vida chega ao final depois de primaveras e primaveras e outonos e mais outonos, nada mais justo que o repouso e aceitar a partida é uma forma de dizer ao outro que o amamos, apesar da falta que vai fazer. Não podemos prender as pessoas a nós para ter a oportunidade de dizer tudo o que queremos ou fazer tudo o que podemos por elas. De qualquer forma, depois que se forem, sempre nos perguntaremos se não poderíamos ter dito ou feito algo mais. Mas essas questões são inúteis. O amor que ama integralmente não quer ver o outro sofrer e ele abre mão dos próprios sentimentos para que o destino se cumpra, para que a vida siga seu curso. As dores do adeus são as mais profundas de todas. Mas elas também amenizam-se com o tempo e um dia, sem culpa, voltamos a sorrir, voltamos a abrir a janela e descobrimos novamente o arco-íris da vida. Depois da tempestade descobrimos um dia novo e o sol brilha de maneira diferente. E talvez seja assim que aprendemos a dar valor à vida, aos que nos cercam; aprendemos a viver de forma a não ter arrependimentos depois e aproveitar ainda mais cada segundo vivido em companhia daqueles que nosso coração ama. (Letícia Thompson)
 AMO MUITO você minha Letícia!!!!!!!

Valeu muito apena cada momento junto com você, cada lagrima, cada noite sem dormir sempre valerá a pena e saber que Deus me escolheu para cuidar desse anjo !!!! Te amo!