Letícia
minha anjinha! Espero ansiosa o dia em que vamos nos reencontrar o dia que vou
poder te abraçar não só na imaginação, te encher de beijos e te ninar para
sempre....
Letícia Karina um anjo que passou na minha vida e voltou para o céu.Pra sempre vou te amar e nada abala esse amor nem a vida,a morte,o tempo,nada pode substituí-la,vc é única.Tudo o que nos aconteceu da forma que aconteceu,me fez amá-la ainda mais,me fez querer aproveitar cada segundo que vc esteve aqui perto de mim. Deus disse: Perfeita demais para viver na terra!Só morre quem não é lembrado,mas vc Letícia estará sempre conosco,vc não morreu estará sempre viva em nossos corações e pensamentos!
terça-feira, 30 de junho de 2015
segunda-feira, 29 de junho de 2015
Frio...Você!
Dias de frio, dias de chuva, só me fazem lembrar-me de você... Desde a
noite que você nasceu choveu, esfriou e assim foi toda a tua vidinha...
Te amo!
domingo, 28 de junho de 2015
Lembro com saudades
Foram apenas 7 domingos que
passamos juntos... Mas foram os melhores domingos da minha vida! Te amo!
Saudades!
sábado, 27 de junho de 2015
Um dia o arco-íris passou por minha casa.
A Criança-anjo e o arco-íris
Quando era
criança me disseram que no fim do arco-íris havia um pote de ouro.
Pensei logo:
“Nossa” vou ser “dono” de um tesouro.
Nos anos que
sobravam da meninice, armado de um estilingue, eu tornei-me um intrépido
caçador de arco-íris.
Certa vez,
enquanto atravessava um campo em desabalada carreira, com os olhos fitos nas
cores do horizonte, caí.
A serpente da
desesperança, que sempre espreitava, deu o bote e me picou. Destilou todo seu
veneno, mortal para os sonhos nascidos puros.
Quando
levantei o arco-íris ainda estava lá, mas eu não queria continuar, havia
perdido a FÉ.
Passaram-se
os anos e já nem me recordava, mas não era o fim.
Podemos haver
desistido do arco-íris, ainda assim, por uma GRAÇA, ele vem até nós. Um dia o
arco-íris passou por minha casa.
Trouxe consigo,
brincando de “escorregador”, um anjo aprendiz disfarçado de criança especial,
um tesouro com o qual não sonhara.
Essa
criança-anjo, sem a menor cerimônia, enfiou sua mãozinha dentro do meu peito e
segurou meu coração, apertou tanto que quase me matou.
Quando
soltou, seus dedos tinham deixado marcas, que inflamam ao sabor dos seus
suspiros.
Depois povoou
minha casa de sorrisos mágicos, capazes de inebriar a alma, deixando todos meio
que “loucos” de felicidade.
Desde então,
eu e minha família temos vivido como dizia um poeta (do qual não me recordo):
“A vida não é para ser contada pelo número de respirações, mas pelo número de
vezes que perdemos o fôlego”. Autor (a): José Carlos da Silva
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Saudade...
Letícia
"Quando eu acordei pela
manhã
Tive vontade de apertá-la em meus braços
Só a saudade encontrei no seu lugar
Fui revivendo o nosso amor passo a passo
Em pensamento eu ainda pude ver
...
Você marcou demais como marcou
Me deu amor e paz depois levou
Tento fingir que foi um sonho
E que tudo acabou
Mas é impossível sim você marcou pra mim"
Tive vontade de apertá-la em meus braços
Só a saudade encontrei no seu lugar
Fui revivendo o nosso amor passo a passo
Em pensamento eu ainda pude ver
...
Você marcou demais como marcou
Me deu amor e paz depois levou
Tento fingir que foi um sonho
E que tudo acabou
Mas é impossível sim você marcou pra mim"
(Você Marcou Pra Mim - Ataíde e Alexandre)
quinta-feira, 25 de junho de 2015
NÃO CHORES MAMÃE; TU NÃO DEIXAS EU SER FELIZ!
Cada cartinha que encontro é como se fosse a cartinha da Letícia para mim!
NÃO CHORES MAMÃE; TU NÃO DEIXAS EU
SER FELIZ!
Quero
apenas dizer: alô, mamãe, alô papai, não chorem mais, porque fará mal a vocês e
está fazendo muito mal para mim.
Estou em
um lugar lindo, maravilhoso, é como num conto de fadas; há muitas crianças,
meninos e meninas como eu; apenas não sei dizer onde estou; quero
tranquiliza-los dizendo que estou viva, todos gostam de mim e eu gosto de
todos. Somos tratados com muito carinho; voltei a estudar e também brincamos
como as crianças da nossa cidade.
Sei que
não voltarei para casa junto de vocês; nenhuma criança voltará. Não estamos
presas, temos liberdade, mas obedecemos as ordens de uma superiora que faz o
papel de nossa mãe aqui.
Não
estamos em asilo, não; não vestimos roupas iguais; cada um tem suas roupas,
sapatos e meias diferentes.
Se não
estamos mais felizes, é porque os nossos pais choram muito e nós não podemos
enxugar as lágrimas deles, não podemos acariciar seus rostos e dizer aos seus
ouvidos, num sussurro: “Papai, mamãe, não chore, eu estou aqui, estou viva como
antes”.
Teve festa
no meu aniversário, com bolo de velinhas e tudo mais; as mães, tias e
amiguinhos cantaram parabéns a você; eu chorava e ria, era uma alegria
misturada com tristeza; pensava em vocês e senti muita vontade de voltar para
casa naquele dia de lágrimas e risos.
No início
eu tive muito medo; não podia esquecer os acontecimentos terríveis e
desesperadores, vivia angustiada e tinha crises de pavor que deixava todos
muito preocupados. Passei um tempo isolada das minhas amiguinhas, mas a
enfermeira- mãe dormia comigo no mesmo quarto. Ela é maravilhosamente boa para
mim; muitas noites eu adormecia no colo dela para depois ser colocada na cama e
até hoje, quando tenho medo, ela toma da minha mão e reza comigo; então eu fico
calma e adormeço.
O médico
disse que, antes de vir para cá, eu tive um pesadelo terrível e fiquei
traumatizada (ele explicou o significado desta palavra, mas agora não lembro
mais).
O médico
disse também que toda aquela história que eu contei para ele, que foi uma coisa
terrível e tenho muito medo que aconteça outra vez, ele garante que foi um
pesadelo. Disse-me que eu estudasse bastante e que, mais tarde, ele me ajudará
a compreender o porquê daqueles horrores que sofri. Sou ainda muito criança e,
se ele falar muito, eu vou me confundir.
Minha
mãe-enfermeira é quem me leva ao consultório para eu conversar com o Doutor;
quando ando muito assustada, temo encontrar novamente com os homens maus que me
judiaram, por isso não vou sozinha a lugar nenhum.
O doutor
que me trata não é moço, mas também não posso dizer que ele é velho; acho que
gosto muito dele; só ainda não consigo abraça-lo nem pegar nada que ele me
ofereça; fico envergonhada, mas não posso aceitar, me dá um medo por dentro,
apesar de saber que ele é bom e de eu estar junto da minha amiga e mãe aqui.
Mamãe não
fiques triste por eu chamar outra mulher de mãe; a minha verdadeira mãe
continua sendo tu. Sabes que eu sou muito criança e preciso de alguém que me
proteja, e estou longe de ti. Ela é muito boa e eu gosto dela. Ela adivinha
quando estou sentindo meus temores e logo vem em meu auxilio, faz que eu tome
de uma água cristalina, que até parece calmante.
Tenho medo
do escuro, tenho medo da noite, não fico sozinha; tenho medo que os monstros me
ataquem na calada da noite.
Minha mãe
daqui diz que é o trauma do pesadelo; ela disse que vou crescer, vou ficar
moça, mas posso continuar morando com ela até perder o medo de dormir sozinha.
Posso até trabalhar aqui junto dela, porque há sempre muito que fazer, por ser
um internato especial para crianças.
À medida
que vamos crescendo, vamos para outras instituições, para completar os estudos.
Fica
tranquila, mamãe, porque eu não vou sair daqui, não andarei sozinha nem me
apartarei da minha mãe-enfermeira.
Não chores
mamãe, tu não deixas eu ser feliz e perder o medo. Sei que não é por mal,
porque tu gostas muito de mim, apenas tu não sabes que eu estou viva; tu pensas
que eu morri.
Pena que
tu não podes vir aqui me ver, mas não chores mais, tá, mamãe! É a tua filhinha
quem te pede; vai ser bom para nós duas.
Gostaria
de ir em casa para acariciar teu rosto e o rosto do papai, beijá-los e dizer:
“Olhem, estou viva!”
Aracely
Trecho do Livro: Ah! Se eu soubesse... Volume lV
Perdoe-me Letícia! Te
amo!
Mamãe
quarta-feira, 24 de junho de 2015
Dia feliz!
| Saindo da incubadora! |
| Chegando em casa! |
Com certeza o dia mais feliz da minha vida há 4
anos foi hoje! O dia que você nasceu eu estava nervosa pensando como seria, mas
no dia como hoje te levei para casa! Pensei que começaríamos uma vida para
sempre juntas! Pensei que o pior já tinha passado... Te amo!
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