sexta-feira, 31 de julho de 2015

Quem perde um filho, perde-se. Não tem direito a nome.

Eterno 
Quem perde um filho, perde-se. Não tem direito a nome. 

23.07.2015 00:30
 A dor de perder um filho não tem igual. Nenhuma outra perda pode ser comparada. O sofrimento é de tal magnitude que nem existe uma palavra para o dizer. Alguém que perde um ou ambos os pais é órfão. Sem o cônjuge é viúvo/a. Quem perde um filho perde-se. Não tem direito a nome. Entra num universo paralelo, na dimensão das coisas inomináveis que existem mas não têm denominação, no mundo dos fantasmas que assombram e perseguem, preenchendo casas que ficam eternamente vazias. E em silêncio. Nesse tenebroso silêncio de uma dor que não se pode chamar. E que, desse modo, sobre a qual não se pode falar, partilhar, dividir, aliviar, confortar. Ou, no limite, sequer pensar. Todo o luto, por um amigo, por um avô, por uma mãe, é doloroso e, por vezes, longo. Mas o luto por um filho, o velar mais antinatural que existe, a rutura com o regular ciclo vital do ser humano, é como caminhar sobre água – impossível. Pode continuar-se o dia a dia, até existirem outros filhos, natais, aniversários e fins de ano, manhãs e pores do sol, mas nunca se chega a uma cicatriz. Perder um filho é, para o resto da vida, uma chaga em carne viva. Uma sangria. Ao contrário do que se diz, há insubstituíveis. E dores lancinantes que nunca passam. A saudade é uma menina.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/joana_amaral_dias/detalhe/eterno.html

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Estará sempre em meu coração

Ah Letícia como eu queria parar no tempo em que te ninava, te amamentava, que tinha você em meus braços... Saudades de tudo...
Te amo!



Queria o tempo parar
De novo lhe fazer ninar
... não dá pra evitar
É o caminho que Deus lhe traçou

...
No silêncio de não te encontrar

Vou guardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração
...
Você não é meu, é um presente de Deus

...

Vou guardá-lo em meu coração
As lembranças jamais mudarão
Pois quando partir e saudades sentir
Estará sempre em meu coração

( Pra Sempre Em Meu Coração Cristina Mel)



quarta-feira, 29 de julho de 2015

Meu Deus quanta saudades!!!!

Letícia há quatro anos vivíamos nossos últimos dias em casa!!!!
 Meu Deus quanta saudades!!!!
Ninguém merece essa dor !!!! 
Te amo!

terça-feira, 28 de julho de 2015

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Tempo...

Daria tudo para o tempo voltar... Saudades de exatos quatro anos! Enquanto eu tinha vida! Eu tinha você nos braços!

domingo, 26 de julho de 2015

Dia da vovó da Letícia!

Hoje é dia dos avós e eu não poderia deixar de vir aqui para parabenizar tua vovó Letícia; Vovó Zita! Que foi uma Super.  Vovó! Sempre preocupada com você, desde o dia que você nasceu tão pequena e esteve conosco TODOS os dias em que você estava aqui na nossa casa! Sempre trazendo um bom alimento para mamãe poder te amamentar, esteve conosco também na tua última viagem e te visitou na UTI... E está sempre com a mamãe respeitando minhas dores, meus lamentos, meus dias ruins, meus dias de lembranças apenas com seu silêncio sábio... 
Letícia você não podia ter vovó melhor!!!!

Mãe você merece ser vovó de uma anjinha!


sábado, 25 de julho de 2015

12 anos de namoro DO PAPAI E DA MAMÃE!

Antes de a Letícia nascer eu já pensava em, ensinar a ela que príncipes encantados existem sim, mas não como nos livros e contos de fadas.
O verdadeiro príncipe encantado, na maioria das vezes, não tem um cavalo ou até mesmo um carro, mas isso não importa, ele vai até a sua casa a pé (ou de carreta), só pra ver você. O príncipe encantado não precisa ter as melhores roupas ou roupas de gala pra ser um príncipe. Ele tem que tratar uma garota bem, com respeito, sem magoá-la. Ensinaria a minha filha, que o príncipe deve ser gentil e tratá-la com carinho. Que o verdadeiro príncipe é fiel, não trai, não machuca o coração da princesa. Diria a ela, porém, que encontrar um príncipe é muito difícil, mas não é 
IMPOSSÍVEL! E se ela me perguntasse se já conheci um príncipe, teria a felicidade de dizer que sim, e que ela poderia ter orgulho em chamar o meu príncipe de PAPAI!
Luiz 12 anos de namoro, apesar de tudo nunca deixamos de ser namorados! Nossa anjinha, nos aproximou ainda mais!